segunda-feira, 3 de julho de 2017

Medina Carreira

Morreu um homem de princípios, mas ficou uma geração de políticos que ele tanto incomodava... obviamente os "boys" das diversas forças politicas, detestam os que lhes apontam os erros... como ele muito bem dizia "Os Portugueses vivem alienados da verdade...
DIZER A VERDADE NÃO DÁ VOTOS"

Henrique Medina Carreira - Vai fazer-nos falta!

"De mau feitio, teimoso e brusco: era um homem maravilhoso! O Henrique foi um dos melhores homens que conheci e de quem tive o privilégio de ser amigo. Um dos mais íntegros servidores do Estado e da causa pública. Viveu obcecado pelas contas públicas, sofria como poucos com o défice e o desperdício, abominava a corrupção. Detestava os senhoritos e os salamaleques, recusou condecorações, viveu à margem dos salões. Na amizade, era de uma fidelidade a toda a prova. Ensinou os Portugueses a desconfiar da dívida e da dependência. Não tenho a certeza que estes tenham aprendido." - by Dr. António Barreto

sábado, 1 de julho de 2017

O megafone do regime de Maduro

"Infantilmente doentes de esquerdismo e como sempre lendo nas cartilhas que escritas fedem doutras realidades..." (Jorge de Sena) vem agora o jornal  https://www.abrilabril.pt/ apoiar o DITADOR MADURO (amanhã provavelmente o da Coreia do Norte...) e não é anedota, basta ler os muitos artigos sobre o que por lá se passa...

A minha solidariedade com as dezenas de milhar de TRABALHADORES Portugueses que à longos anos marcharam para a VENEZUELA, para lá construírem uma vida melhor!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

O atavismo lisboacêntrico...

"1. É praticamente nula a possibilidade de a Agência Europeia do Medicamento, actualmente sediada em Londres, vir a ser transferida para Portugal, na sequência do Brexit.
Mas isso não retira gravidade à decisão governamental de escolher Lisboa como candidata à reinstalação da Agência. Primeiro, porque a capital já hospeda as duas agências europeias instaladas em Portugal, para além das delegações das instituições europeias, um fenómeno de concentração sem paralelo na União. Depois, porque Lisboa já acumula a quase totalidade das instituições, agências, serviços e empresas do Estado entre nós (mesmo aquelas que nada exige estarem na capital, desde o Tribunal Constitucional ao Instituto da Vinha e do Vinho, por exemplo), num grau de ultracentralismo que nem a supercentralista França iguala.
Ora, na falta de uma política activa de distribuição territorial das instituições e dos serviços centrais do Estado, é fatal o império da lógica centripta. O centro do poder fagocita todo o poder.

2. A justificaçãogovernamental não procede. Primeiro, porque se um dos argumentos é a existência de Infarmed em Lisboa, a solução seria deslocá-lo para onde viesse a ficar instalada a nova Agência; segundo, porque o argumento da eventual Escola Europeia é puramente virtual; terceiro, porque não se pode invocar o grau de centralismo já existente para justificar mais concentração!
Esta decisão testemunha, portanto, o atavismo lisboacêntrico que caracteriza a organização do poder público em Portugal, agravado pela ausência de autarquias regionais e de um grau decente de descentralização territorial.
Lisboa em primeiro lugar", portanto. Como sempre!"
Blog CAUSA NOSSA - Dr. Vital Moreira

Ao contrário de muitos que enfiaram a cassete pela goela abaixo nos tempos do PREC, o Dr. Vital Moreira, e mais algumas honradas excepções... deita cá para fora o que lhe vai na alma, coisa rara nos dias que correm.